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Hyundai Santa Fe

Nada como o passar dos anos para amadurecermos um projeto, não é mesmo? O Hyundai Santa Fe é um ótimo exemplo disso. Ele cresceu, ficou mais refinado e ajudou a marca sul–coreana a enxugar sua gama de utilitários esportivos ao tirar de linha o Veracruz.

Hyundai Santa Fe

Mas não é só. A nova geração do Santa Fe também resolveu deixar de lado aquele jeitão SUV, com a carroceria alta e robusta, e adotar traços mais elegantes, pendendo mais para um crossover. Nas fotos pode não parecer, mas se você chegar perto dele verá como ele está mais baixo. Com isso, ficou mais fácil entrar no Santa Fe, por exemplo. Além disso, tanto a posição de dirigir como a acomodação dos demais passageiros passa a ser mais condizente com a de um carro de passeio.

Hyundai Santa Fe

Mesmo com a mudança de caráter, a equipe de design da Hyundai não errou a mão. Ele continua com um aspecto parrudo, mérito da grade dianteira encorpada e dos vincos laterais.

Por dentro, ele se destaca pela qualidade de acabamento e equipamentos disponíveis. Estão lá o revestimento de couro (o carro testado tinha uma interessante tonalidade avermelhada), central multimídia com navegador e Bluetooth, teto solar panorâmico, bancos dianteiros e traseiros com aquecimento, dentre outros recursos que você já espera encontrar em um carro que supera a faixa de R$ 150.000.

O teto solar panorâmico é de série

A versatilidade e o ótimo espaço interno que tanto agradam em modelos como o Santa Fe são materializados no porta-malas de 534 litros e na facilidade de armar os dois bancos extras para acomodar sete pessoas ao todo.

Com lotação máxima, o motor 3.3 V6 de 270 cv, em conjunto com o câmbio automático de 6 marchas, não desaponta na hora de movimentar o Santa Fe. Quer dizer, não desaponta em partes. O consumo de combustível mostrou-se muito elevado. Basta dizer que o Santa Fe tem pouco mais da metade da potência do Range Rover Vogue 5.0 V8 Supercharged testado na edição passada, mas consegue “beber” tanto quanto ele!

A operação para armar os bancos traseiros é simples e não demanda esforço

Ao menos o Santa Fe conta com rodar equilibrado, carroceria firme e estável nas curvas, sem aquele “jogo” lateral típico de alguns veículos com porte próximo ao dele. Sua direção também se comunica bem com o solo e tem boa resposta, apontando com precisão o veículo para onde o motorista manda. Tudo isso faz da nova geração do Santa Fe uma boa opção de SUV. Pena que você conhecerá todos os postos de gasolina do caminho.

O V6 trabalha de forma suave e silenciosa, mas gosta de boas doses de gasolina

Média final: 7,6

Exceto pelo consumo elevado, o que lhe custa alguns pontos, o Santa Fe é uma boa opção para quem quer um SUV com capacidade para sete pessoas. Considere também um Kia Sorento, mais barato e tão bem equipado quanto.

Seu bolso

Preço (carro testado): R$ 164.000

Desvalorização (1 ano): 8,4%

Garantia: 5 anos 

Financiamento (taxa mensal): 1,17% 

Parcela (50% de entrada + saldo em 36x): R$ 2.846

IPVA (4%): R$ 6.560 

1ª revisão: R$ 302 

Versão básica: R$ 164.000

Nossas medições
Aceleração 0-100 km/h: 9s0
Retomada 60-120 km/h em Drive: 8s4
Frenagem 80 a 0 km/h (m): 29,9
Consumo cidade (km/l): 5,3
Consumo estrada (km/l): 10,4
Ruído a 120 km/h em Drive (dB):65,7 dB

Dados da fabricante

Motor 6 cilindros em V, dianteiro, longitudinal, gasolina; Cilindrada 3.342 cm³; Potência 270 cv a 6.400; Torque 32,4 mkgf a 5.300 rpm; Câmbio automático, 6 marchas; Traçãointegral;Comprimento 4,69 m; Largura 1,88 m; Altura1,68 m; Entre-eixos: 2,70 m; Porta-malas 534 litros; Peso1.773 kg.

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